Recentemente, por meio da mídia, acompanhamos um caso que chegou aos extremos. Em Realengo, zona Oeste do Rio de Janeiro, um ex-aluno da escola municipal Tasso da Silveira, adentrou ao local, matou 12 crianças, deixou mais 12 feridas e se matou. De acordo com conhecidos, Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre, sofreu agressões psicológicas, sendo constantemente apelidado,
e assim se tornando alvo de piadas de seus colegas, durante os anos em que frequentou a respectiva escola.
Casos como este, já haviam sido registrados antes, em outros países. Psicólogos afirmam que as vítimas dessas brincadeiras, podem sofrer danos psicológicos irreveresíveis.
Palestras vem vendo ministradas em escolas, já que pesquisas indicam que a maioria dos casos de bullying no Brasil, ocorrem em salas de aula. A tentativa de conscientização é válida, porém devemos lembrar que a educação moral de um indíviduo se constrói em casa, e resta aos educadores e centros de ensino, apenas a parte educacional pedagógica.
Promover a interação das vítimas, mostrando a eles que apesar das diferenças, todos tem direitos iguais; incentivar o diálogo aberto já que as pessoas que sofrem essas agressões, as mantém em segredo por medo ou vergonha; e fazer com que todos entendam que brincadeiras, por menores que sejam, sempre magoam alguém, parece uma ótima forma de começar uma mudança.



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